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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Leonardo Boff, um dos maiores teólogos do mundo no Teatro Municipal de Santo André



Santo André recebeu nesta quarta-feira (10) um dos maiores intelectuais do Brasil. Leonardo Boff, grande pensador e teólogo discorreu por mais de uma hora sobre diversos temas entre os quais, meio ambiente. O evento que contou com o apoio da secretaria de Cultura do município de Santo André, teve a presença de mais de 700 pessoas.

Para o secretário de Cultura de Santo André, Raimundo Salles, “a presença de Leonardo Boff em Santo André é de grande importância, visto que, muitos que participaram desta atividade hoje no Teatro Municipal estudaram pelos seus livros ou foram influenciados pelo conjunto da sua obra”.

Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff (Concórdia, 14 de dezembro de 1938), é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Foi membro da Ordem dos Frades Menores(franciscanos). Ficou conhecido pela sua história de defesa das causas sociais. Atualmente dedica-se sobretudo às questões ambientais.

Leonardo Boff ingressou na Ordem dos Frades Menores em 1959 e foi ordenado sacerdote em 1964. Em 1970, doutorou-se em Filosofia e Teologia na Universidade de Munique, Alemanha. Ao retornar ao Brasil, ajudou a consolidar a Teologia da Libertação no país. Lecionou Teologia Sistemática e Ecumênica no Instituto Teológico Franciscano em Petrópolis (RJ) durante 22 anos. Foi editor das revistas Concilium (1970-1995) (Revista Internacional de Teologia), Revista de Cultura Vozes (1984-1992) e Revista Eclesiástica Brasileira (1970-1984).

Seus conceitos teológicos sobre a doutrina Católica com respeito à hierarquia da Igreja, expressos no livro Igreja, Carisma e Poder, renderam-lhe um processo junto à Congregação para a Doutrina da Fé, então dirigida por Joseph Ratzinger, depois Papa Bento XVI. O documento final desse processo foi assinado pelo próprio Cardeal Ratzinger e conclui que “as opções aqui analisadas de Frei Leonardo Boff são de tal natureza que põem em perigo a sã doutrina da fé, que esta mesma Congregação tem o dever de promover e tutelar”. Em 1985, foi condenado a um ano de “silêncio obsequioso”, perdendo sua cátedra e suas funções editoriais na Igreja Católica. Em 1986, recuperou algumas funções, mas sempre sob observação de seus superiores. Em 1992, ante novo risco de punição, desligou-se da Ordem Franciscana e pediu dispensa do sacerdócio. Sem que esta dispensa lhe fosse concedida, uniu-se, então, à educadora popular e militante dos direitos humanos Márcia Monteiro da Silva Miranda, divorciada e mãe de seis filhos, com quem mantinha uma relação amorosa em segredo desde 1981. Boff afirma que nunca deixou a Igreja: “Continuei e continuo dentro da Igreja e fazendo teologia como antes”, mas deixou de exercer a função de padre dentro da Igreja.

Sua reflexão teológica abrange os campos da Ética, Ecologia e da Espiritualidade, além de assessorar as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e movimentos sociais como o MST. Trabalha também no campo do ecumenismo.

Em 1993 foi aprovado em concurso público como professor de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde é atualmente professor emérito.

Foi professor de Teologia e Espiritualidade em vários institutos do Brasil e exterior. Como professor visitante, lecionou nas seguintes instituições: de Universidade de Lisboa(Portugal), Universidade de Salamanca (Espanha), Universidade Harvard (Estados Unidos), Universidade de Basel (Suíça) e Universidade de Heidelberg (Alemanha). É doutor honoris causa em Política pela universidade de Turim, na Itália, em Teologia pela universidade de Lund na Suécia e nas Faculdades EST – Escola Superior de Teologia em São Leopoldo (Rio Grande do Sul). Boff fala fluentemente alemão.

Sua produção literária e teológica é superior a 60 livros, entre eles o best-seller A Águia e a Galinha. A maioria de suas obras foram publicadas no exterior.

Atualmente, viaja pelo Brasil dando palestras sobre os temas abordados em seus livros, participando também de encontros da Agenda 21.

Vive em Petrópolis (RJ) com sua companheira, a educadora popular Márcia Miranda.

domingo, 6 de abril de 2014

Orquestra Sinfônica de Santo André se apresenta com a cantora Zizi Possi no Clube Aramaçan em comemoração aos 461 anos de Santo André



No último sábado, dia 5, em uma noite muito agradável no Clube Aramaçan, aconteceu o concerto da Orquestra Sinfônica de Santo André com a participação da cantora Zizi Possi. Na oportunidade, o secretário de Cultura, Raimundo Salles, elogiou o maravilhoso trabalho da orquestra e da grande artista, cantora e interprete Zizi Possi. Foi uma apresentação maravilhosa, para um público de mais de 4.000 pessoas. No momento em que Zizi Possi cantou uma de suas músicas, “Asa Morena”, todo o público presente a acompanhou cantando junto.

Zizi Possi ou Maria Izildinha é neta e bisneta de italianos. Esta paulistana do Brás nasceu em 28 de março de 1956 e começou a estudar piano bem cedo, aos 5 anos de idade. Dada a rapidez com que aprendia, mudou de professores e métodos muito rapidamente.

Desde o lançamento de seu primeiro álbum, “Flor do Mal”, em 77, a cantora Zizi Possi vem colecionando sucessos e elogios. No início da carreira chamou a atenção de Roberto Menescal e de Chico Buarque, com quem gravou “Pedaço de Mim”, que se tornaria seu primeiro grande sucesso.

Numa atitude ousada para a época, no início dos anos 90, a cantora lança três cds acústicos. Até hoje “Sobre Todas as Coisas”, “Valsa Brasileira” e “Mais Simples” são considerados obras-primas e marcam definitivamente a carreira de Zizi e a música popular brasileira, com gravações inesquecíveis. Em 97 Zizi inicia nova fase de grande sucesso, com o lançamento de “Per Amore” e, no ano seguinte, de “Passione”, que somados venderam mais de 1 milhão de cópias. A partir daí, grava novos CDs e DVDs, sempre chamando a atenção pela sua bela voz e postura marcantes.

Convidada a preparar um repertório totalmente em inglês para uma apresentação, Zizi Possi cria um novo espetáculo, que viria a ser o embrião de seu primeiro disco ao vivo, o 18º da carreira, “Para inglês ver... e ouvir”. O show foi registrado em CD e DVD e lançado em 2005, sob a direção de José Possi Neto e produção de Manoel Poladian.

Para celebrar os 30 anos de carreira, em 2008 Zizi Possi faz uma temporada de 3 meses na casa de shows paulistana TOM JAZZ. Dirigidos por José Possi Neto, os shows apresentaram repertórios diferentes e convidados como Ana Carolina, Edu Lobo, João Bosco, Ivan Lins, Alceu Valença, Alcione, Eduardo Dussek, entre outros. A celebração se transformou em dois DVDs, Cantos e Contos 1 e 2.
Em 2014, Zizi lança um novo álbum. Batizado com o nome de um dos mais belos sambas de Paulinho da Viola, “Tudo se Transformou” marca o retorno de Zizi à gravadora Eldorado. Gravado ao vivo em São Paulo, o álbum reúne grandes autores da música brasileira como Chico Buarque, Geraldo Vandré, Anastácia, Dominguinhos, Guilherme Arantes, Paulinho da Viola, Gonzaguinha e canções inéditas na sua voz.

Zizi Possi, que estudou piano desde os cinco anos e depois composição e regência na Universidade Federal da Bahia, tem também se apresentado como solista com orquestras sinfônicas, promovendo o encontro entre o popular e o erudito, reunindo canções, árias de óperas e cantatas.

sábado, 5 de abril de 2014

Raimundo Salles abre exposição que comemora os 60 anos da Biblioteca Municipal de Santo André


O evento comemorativo que aconteceu nesta sexta-feira, dia 04, na Biblioteca Municipal Nair Lacerda, celebrou os 60 anos da Biblioteca Municipal de Santo André e contou com a apresentação do espetáculo de contação de histórias – “Mil e uma noites”, com a companhia Agrupamento Teatral. O secretário de Cultura, Raimundo Salles ao lado da gerente de bibliotecas, Carmela Giura, fez a abertura da exposição fotográfica – “A trajetória da Biblioteca Municipal” que retrata sua história desde a inauguração até os dias de hoje, e ainda, na oportunidade, homenageou a escritora, tradutora e jornalista Nair Veiga Lacerda e seu trabalho pioneiro em Santo André, instalando as primeiras bibliotecas da cidade.
Nair Veiga Lacerda exerceu, entre 1964 e 1969, o cargo de Secretária da Educação, Cultura e Esportes da Prefeitura Municipal de Santo André, cabendo-lhe a estruturação daquela Secretaria, como sua primeira titular. Instalou as Bibliotecas Municipais (Central, Infantil, Circulante, Sala para Braille, e a biblioteca distrital (Utinga) Cecília Meirelles.)
Trabalhou para o "Jornal de São Paulo", para o "Diário de Santos", e colaborou, eventualmente, para outros Jornais.
Como tradutora, trabalhou em quatro idiomas e conta com cerca de 200 títulos, em traduções feitas para as várias editoras. Entre esses trabalhos destacam-se "A idade de ouro no Brasil", que faz parte da famosa coleção Brasiliana; a série "Reis malditos", 5 volumes, da difusão Européia do livros; e a edição, chamada monumental, das "Mil e Uma noites", em 8 volumes, da Saraiva.
Para o teatro traduziu, além de outras, peças como “Os homens preferem as louras”, “A hora da fantasia”, e para Bibi Ferreira e Dulcina de Morais, respectivamente, as peças “É proibido suicidar-se na Primavera” e “A sereia louca”, do dramaturgo espanhol Alejando Casona. Para a Editora Cultrix fez um “Dicionário de Pensamentos” e um “Dicionário de Ocultismo”, e as antologias “Maravilhas do Conto Popular”, “Maravilhas do Conto Mitológico”, “Contos de Grimm”, “Fábulas do mundo inteiro”, “Lendas do Mundo inteiro”, e “As grandes anedotas da História”. Publicou, em 1986, uma coletânea de suas crônicas, sob o título de “Reflexos”. Tem, em “Os romancistas”, da Cultrix, uma biografia de Leon Tosltoi. Em 1962 foi premiada pela Câmara Brasileira do Livro com o Jabuti de tradução, pelo conjunto dos trabalhos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Secretário de Cultura e Turismo Raimundo Salles abre Festival do Cambuci



Na noite de quinta-feira, dia 03, foi lançado o 11º Festival do Cambuci. O secretário de Cultura e Turismo, Raimundo Salles, e o secretário de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, Ricardo Di Giorgio, abriram o evento que também contou com a presença do ex-prefeito João Avamileno. No lançamento ocorreu a apresentação musical da banda Baruc e foram servidos para os convidados diversos pratos feitos com o fruto do cambuci.
Nos dias 5 e 6 de abril, o público poderá conferir a Virada do Cambuci, que integrará a Jornada Cultural de Santo André, no Paço Municipal. E na Vila de Paranapiacaba, a programação terá início no sábado, 12 de abril, prosseguindo durante os fins de semana do mês de aniversário de Santo André, com encerramento no domingo, dia 27. Como nas edições anteriores, a programação contará com a feira de artesanato e produtos gastronômicos elaborados com o cambuci no Antigo Mercado, e terá a participação dos municípios que integram a 6ª Rota Gastronômica do Cambuci.
O 11º Festival do Cambuci de Santo André é organizado pelas Secretarias de Cultura e Turismo e de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Osmar Santos participa do evento na Secretaria de Cultura, e é recebido pelo secretário de cultura Raimundo Salles


Nesta segunda-feira dia 31, Osmar Santos participou da mesa de debates sobre o golpe militar de 1964, estiveram presentes também no debate o teatrólogo José Celso Martinez, o escritor Fernando Morais, entre outros. O evento aconteceu no Teatro Municipal de Santo André que contou com a presença de mais de 700 pessoas. Na ocasião, Osmar Santos foi homenageado pela sua importante participação nos comícios de campanha política de 1984 pelas “Diretas Já!”.
Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar Santos, também conhecido como "O Pai da Matéria", trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado como um dos diretores da equipe mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994 e que afetou sua fala, que era seu dom. Hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo em pinturas sobre telas. Narrou a Copa do Mundo de 1986 pela Rede Globo e a Copa do Mundo de 1990 pela Rede Manchete.
Foi um dos melhores narradores de futebol do rádio brasileiro.
Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984 pelas “Diretas Já!”. Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.
Sempre muito criativo, inovou também quando passou a narrar partidas pela TV Record. Em alguns momentos a câmera o mostrava na cabine e ele falava diretamente com o telespectador. Também criou bordões que foram tão bem aceitos pelo público, que ecoavam pelos estádios, como o famoso "Parou por quê, por que parou?". Entre suas expressões inesquecíveis, estão: Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha, "Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda", "Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho", "Rosemiro, o namoradinho da Rachel Welch", "No carocinho do abacate" "ai garotinho", "vai garotinho porque o placar não é seu", em situações de marcação de impedimento soltava "ele estava curtindo amor em terra estranha" e uma das narrações de gol mais marcante do rádio brasileiro, "Tiro-lirolá Tiro-lirolí" "E que GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL". Também foi Osmar Santos quem criou a expressão "Animal", que melhor representou o jogador [[Edmundo]], terminando pelo próprio craque aceitar a expressão por se tornar a sua marca registrada.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Secretário de Cultura de Santo André Raimundo Salles abre debate sobre 50 anos do golpe de 1964




O Teatro Municipal de Santo André recebeu nesta segunda-feira(31), ilustres convidados para debater o golpe de 1964. O secretário de Cultura Raimundo Salles recebeu o escritor Fernando Morais e o teatrólogo José Celso Martinez que debateram o período da ditadura militar. A mediação ficou por conta do jornalista Ademir Medici. O evento contou com a presença de mais de 700 pessoas no Teatro Municipal de Santo André e teve a participação, como debatedores, diversas personalidades que vivenciaram esse período de repressão. Entre os debatedores encontravam-se os Padres Maon e Rubens, o ex-deputado Djalma Bom, o professor Alexandre Takara, o secretário de Finanças Granado, o pró-reitor da Universidade Federal do ABC Prof. Dr. Daniel Pansarelli, e o ex-preso político Olivier Negri.

Os convidados têm historias que foram relatadas no evento, José Celso Martines Corrêa é uma das figuras mais importantes ligadas ao teatro brasileiro. Destacou-se como um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil. Seu trabalho, encarado às vezes como orgiástico e antropofágico, iniciou-se no fim da década de 1950, e se definiu na década de 1960 quando Zé Celso liderou a importante Teatro Oficina − grupo amador formado quando integrava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo − onde apresentava sua inquietude e irreverência, realizando trabalhos de caráter inovador. Nessa época, destacam-se as encenações de Pequenos Burgueses (1963) − peça que enfoca a Rússia às vésperas de sua Revolução e evidencia numerosos pontos de contato com a realidade nacional anterior ao golpe militar de 1964 −, O Rei da Vela (1967), de Oswald de Andrade − espetáculo-manifesto tornado emblema do movimento tropicalista − e Na Selva das Cidades (1969), obra de Bertolt Brecht que trata da profunda crise que atravessava o país e a equipe artística. Pequenos Burgueses, embora suspenso em abril de 1964 por autoridades militares que acabavam de tomar o poder, rendeu a José Celso todos os prêmios de melhor direção do ano e as críticas colocaram a produção como a mais perfeita encenação stanislavskiana do teatro brasileiro; a apresentação retornou aos palcos no mês seguinte. Interessado em eventos culturais, artísticos e políticos, Zé Celso atualmente (aos 76 anos) se intercala entre o cinema e o teatro, dirige e atua em inúmeras peças teatrais, ainda comandando o Teatro Oficina, mesmo depois de cinquenta anos.

Fernando Morais Começou no jornalismo aos quinze anos. Em 1961, trabalhava como office boy na pequena revista de um banco em Belo Horizonte, quando teve que cobrir a ausência do único jornalista da publicação numa entrevista coletiva. Mudou-se para São Paulo aos dezoito anos e trabalhou nas redações de Veja , Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril. Na área política, foi deputado estadual durante oito anos e Secretário de Cultura (1988-1991) e de Educação (1991-1993) do Estado de São Paulo, nos governos Orestes Quércia e Luiz Antônio Fleury Filho. Seu primeiro sucesso editorial foi A Ilha (Livro), relato de uma viagem a Cuba. A partir daí, abandonou a rotina das redações para se dedicar à literatura. Pesquisador dedicado e exímio no tratamento de textos publicou biografias e reportagens que venderam mais de dois milhões de exemplares no Brasil e em outros países, tornando-se um dos escritores brasileiros mais lidos de todos os tempos.

Inauguração do Memorial da Resistência à Ditadura no ABC Paulista



No dia em que lembramos uma triste passagem na história de nosso país, os 50 anos do início da ditadura, a Prefeitura de Santo André inaugurou nesta segunda-feira (31) pela manhã o ‘Memorial da Resistência à Ditadura Civil Militar no ABC Paulista’, no Museu Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. Importante lembrar esta data não com sentimento de vingança, mas conscientes de que naquela época foram cometidas atrocidades que não podem ser retidas. Hoje a vida está muito melhor, pois temos liberdade. Além disso, temos de agradecer aqueles que lutaram – e até perderam a vida – para chegarmos à democracia em nosso país. E temos de aperfeiçoá-la cada vez mais.