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sábado, 31 de maio de 2014
Secretário de Cultura, Raimundo Salles, homenageia os integrantes mais antigos da Orquestra Sinfônica de Santo André
Em um show histórico, a Orquestra Sinfônica de Santo André apresentou musicas de sucesso no cinema. O programa contou com as seguintes apresentações: Abertura da ópera Guilherme Tell / G. Rossini; Abertura da ópera Tannhäuser / R. Wagner; Três peças para “A Lista de Schindler”: Tema de “A Lista de Schindler”, Cidade Judaica, Lembranças / John Williams; Violino solo, Betina Stegmann; O Aprendiz de Feiticeiro / P. Dukas; Raiders March de “Os Caçadores da Arca Perdida” e Suíte Star Wars com a Marcha Imperial (Tema de Darth Vader), e o Tema Principal / John Williams.
domingo, 6 de abril de 2014
Orquestra Sinfônica de Santo André se apresenta com a cantora Zizi Possi no Clube Aramaçan em comemoração aos 461 anos de Santo André
No último sábado, dia 5, em uma noite muito agradável no Clube
Aramaçan, aconteceu o concerto da Orquestra Sinfônica de Santo André com a
participação da cantora Zizi Possi. Na oportunidade, o secretário de Cultura,
Raimundo Salles, elogiou o maravilhoso trabalho da orquestra e da grande
artista, cantora e interprete Zizi Possi. Foi uma apresentação maravilhosa,
para um público de mais de 4.000 pessoas. No momento em que Zizi Possi cantou uma
de suas músicas, “Asa Morena”, todo o público presente a acompanhou cantando
junto.
Zizi Possi ou Maria Izildinha é neta e bisneta de italianos.
Esta paulistana do Brás nasceu em 28 de março de 1956 e começou a estudar piano
bem cedo, aos 5 anos de idade. Dada a rapidez com que aprendia, mudou de
professores e métodos muito rapidamente.
Desde o lançamento de seu primeiro álbum, “Flor do Mal”, em
77, a cantora Zizi Possi vem colecionando sucessos e elogios. No início da
carreira chamou a atenção de Roberto Menescal e de Chico Buarque, com quem
gravou “Pedaço de Mim”, que se tornaria seu primeiro grande sucesso.
Numa atitude ousada para a época, no início dos anos 90, a
cantora lança três cds acústicos. Até hoje “Sobre Todas as Coisas”, “Valsa
Brasileira” e “Mais Simples” são considerados obras-primas e marcam
definitivamente a carreira de Zizi e a música popular brasileira, com gravações
inesquecíveis. Em 97 Zizi inicia nova fase de grande sucesso, com o lançamento
de “Per Amore” e, no ano seguinte, de “Passione”, que somados venderam mais de
1 milhão de cópias. A partir daí, grava novos CDs e DVDs, sempre chamando a
atenção pela sua bela voz e postura marcantes.
Convidada a preparar um repertório totalmente em inglês para
uma apresentação, Zizi Possi cria um novo espetáculo, que viria a ser o embrião
de seu primeiro disco ao vivo, o 18º da carreira, “Para inglês ver... e ouvir”.
O show foi registrado em CD e DVD e lançado em 2005, sob a direção de José
Possi Neto e produção de Manoel Poladian.
Para celebrar os 30 anos de carreira, em 2008 Zizi Possi faz
uma temporada de 3 meses na casa de shows paulistana TOM JAZZ. Dirigidos por
José Possi Neto, os shows apresentaram repertórios diferentes e convidados como
Ana Carolina, Edu Lobo, João Bosco, Ivan Lins, Alceu Valença, Alcione, Eduardo
Dussek, entre outros. A celebração se transformou em dois DVDs, Cantos e Contos
1 e 2.
Em 2014, Zizi lança um novo álbum. Batizado com o nome de um
dos mais belos sambas de Paulinho da Viola, “Tudo se Transformou” marca o
retorno de Zizi à gravadora Eldorado. Gravado ao vivo em São Paulo, o álbum
reúne grandes autores da música brasileira como Chico Buarque, Geraldo Vandré,
Anastácia, Dominguinhos, Guilherme Arantes, Paulinho da Viola, Gonzaguinha e
canções inéditas na sua voz.
Zizi Possi, que estudou piano desde os cinco anos e depois
composição e regência na Universidade Federal da Bahia, tem também se
apresentado como solista com orquestras sinfônicas, promovendo o encontro entre
o popular e o erudito, reunindo canções, árias de óperas e cantatas.
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domingo, 30 de março de 2014
Raimundo Salles, secretário de Cultura de Santo André apresenta novo maestro da Orquestra Sinfônica de Santo André
Em uma noite de gala, o Teatro municipal de Santo André
recebeu a Orquestra Sinfônica de Santo André para uma apresentação belíssima que
contou com a seguinte programação:
D. Shostakovich
Abertura Festiva, op. 96 em lá maior
Abertura Festiva, op. 96 em lá maior
Camargo Guarnieri
Brasiliana
- Entrada
- Moda
- Dança
Brasiliana
- Entrada
- Moda
- Dança
Carlos Gomes
Abertura da ópera Fosca
Abertura da ópera Fosca
INTERVALO
G. Verdi
“Va Pensiero” da ópera Nabuco
“Va Pensiero” da ópera Nabuco
Claudio Santoro
Sinfonia nº 4 “Sinfonia da Paz”
Sinfonia nº 4 “Sinfonia da Paz”
- Allegro
- Lento
- Allegro moderato e deciso
- Lento
- Allegro moderato e deciso
Na oportunidade o secretário de Cultura de Santo André, apresentou
o novo maestro da orquestra, Abel Rocha. O novo maestro que foi diretor artístico
do Teatro Municipal de São Paulo substitui o maestro Carlos Moreno. O evento
lotou o Teatro Municipal de Santo André, todos os presentes queriam prestigiar
o novo maestro e a qualidade musical inquestionável da nossa orquestra.
A Orquestra Sinfônica de Santo André por iniciativa da
Prefeitura, em 1987 foi formada a Orquestra Sinfônica de Santo André. Para tal
foi realizado um concurso que reuniu oito dos mais destacados regentes
brasileiros. Flavio Florence foi o vencedor, e seu projeto foi implantado.
Entretanto é antiga a tradição musical em Santo André. Ainda na década de 50
surgiu a primeira orquestra sinfônica, no momento um grupo semiprofissional
liderado pelo maestro russo Leonid Urbenin. Com sua morte, a orquestra se
desfez.
Já nos anos 70 uma nova tentativa deu a Santo André uma orquestra profissional,
regida por Tibor Reisner, que teve a vida igualmente efêmera. A presente formação da orquestra, mantida
pela Prefeitura de Santo André por meio da Secretaria de Cultura, se apresenta
em grandes palcos como no Teatro Municipal de Santo André, Sala São Paulo,
Theatro Municipal de São Paulo, Thaetro São Pedro e também em áreas altenativas
como parques e praças públicas.
O maestro Abel Rocha é um especialista em ópera, mas sua posição
de destaque no cenário brasileiro se deve a uma atuação versátil e
diversificada, no repertório sinfônico e também na direção musical de
espetáculos cênicos, como balés, peças de teatro, e de diversos shows e
musicais.
Foi o responsável pela regência e direção musical de óperas
do barroco de Monteverdi à modernidade de Schönberg e Debussy, passando por
Handel, Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Bizet e Puccini, entre outros, tendo
realizado ainda a estreia mundial de títulos brasileiros como Anjo Negro, de
João Guilherme Ripper, e A tempestade de Ronaldo Miranda.
Entre 2004 e 2009, teve atuação marcante como diretor
artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, onde
empreendeu um profundo trabalho de reestruturação artística e administrativa.
Nas temporadas de 2011 e 2012, foi Diretor artístico do
Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica
Municipal, tendo recebido diversos prêmios da crítica especializada pela
programação lírica da casa.
Em sua atividade como regente orquestral, vem conduzindo
programas sinfônicos com orquestras como a Sinfônica Brasileira (OSB),
Sinfônica de Porto Alegre, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica do Estado de
São Paulo (Osesp), entre outras. Paralelamente, de 1983 a 2010 dirigiu o coral
CollegiumMusicum de São Paulo.
Além da carreira artística, Abel Rocha tendo sido professor
e regente em diversos festivais de música e atualmente é professor de regência
da Unesp.
Formado pela Unesp, realizou especialização em regência de
ópera na Robert-Schumann Musikhochschule de Düsseldorf, Alemanha, e obteve o
doutorado pela Unicamp. Durante os anos de formação foi orientado por Hans
Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Secretário de Cultura Raimundo Salles contrata novo maestro para OSSA
A Ossa (Orquestra Sinfônica de Santo André) tem novo maestro. O maestro Calos Eduardo Moreno, que e que há cinco anos está no comando do grupo, passa a batuta para o regente paulistano Abel Rocha.
O maestro Abel Rocha foi diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e possui um currículo que acumula doutorado em música, especializações no exterior, a regência de diversas orquestras e o reconhecimento mundial, foram preponderantes na escolha do regente para dar continuidade ao sucesso e consolidação da formação. Em minha opinião ele é um ícone que representa muito mais por aquilo que dá certo. O Abel é um grande nome disposto a ajudar.
Abel Rocha é Doutor em Música pela Universidade de Campinas (Unicamp). Em 1990, transferiu-se para a Alemanha onde, com bolsa de estudos da Fundação VITAE fez seu mestrado em Regência de Ópera junto à Opernschule da Robert-Schumann Musikhochschule, em Düsseldorf. Formou-se bacharel em composição e regência pelo Instituto de Artes da Unesp. Foi aluno de Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho. Foi diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo nos anos de 2011 e 2012.
Após seu retorno ao Brasil, foi responsável pela regência e direção musical das óperas "Il Combattimento de Tancredi e Clorinda", "L'Orfeo", "Il Ballo delle Ingrate”, de Claudio Monteverdi, "Le Nozze de Figaro" e "A Flauta Mágica”, de Mozart "Il Barbieri di Seviglia" (Rossini), "Carmen" (Bizet), “Alcina” (Haendel), "Il Campanello di Note" e "L'Elisir d'Amore" (Donizetti), “Gianni Schicchi”, "Madama Butterfly" e "La Boèhme" (Puccini), “Voix Humèine" (Poulenc), "La serva e l'ussero" (Ricci); “I Pagliacci” (Leoncavallo), “Dido e Aeneas” (Purcell), "il Telefono" (Menotti) e as estréias mundiais de “Anjo Negro" (João Guilherme Ripper), "A Tempestade", (Ronaldo Miranda) e “Brasil outros 500”, ópera em comemoração aos quinhentos anos de descobrimento do Brasil, de Millor Fernandes e Toquinho.
Nos últimos anos esteve à frente das orquestras: Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Nova Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Brasília, Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica de Santos, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfonia Cultura, Sinfônica Paulista, Orquestra Experimental de Repertório, Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Londrina e Sinfônica da Bahia, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP) e Orquestra de Câmara da Unesp.
Dentre os prêmios recebidos, destacam-se o de Melhor Regente Coral nos anos de 1987 e 1995 outorgados pela APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte, o 1º lugar no "VIII Concurso Nacional de Corais do Rio de Janeiro -1982" e o 3º lugar no "I Concurso Nacional de Corais de São Paulo -1996". Indicado para o Prêmio Carlos Gomes nos anos de 1999 e 2001, na categoria Destaque Grupo Coral.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Salles: Orquestra Sinfônica de Santo André apresenta-se no programa Musica nos bairros
A Orquestra Sinfônica de Santo André regida pelo maestro Carlos Moreno apresentou-se no último domingo na Igreja Salete. O repertorio apresentado foi de musicas clássicas, como Beethoven e Rossini.
O maestro Carlos Moreno será novo titular da OER (Orquestra Experimental de Repertório). O maestro Jamil Mauf, que em 1990 criou a orquestra, está se aposentando e deixando o lugar para o maestro Carlos Moreno, que por seis anos dirigiu a orquestra da USP (2002-2008) e que há cinco dirige a Orquestra Sinfônica de Santo André.
A Orquestra Sinfônica de Santo André, a partir de 2009, iniciou uma nova fase, com novo regente, nova estrutura e novas metas. Além de manter sua principal característica, a realização de grandes obras sinfônicas, outros projetos artísticos e de ações sociais se apresentaram como importantes complementos: a realização de concertos didáticos com oficinas de pré-formação aos professores, concertos realizados em igrejas – dedicados à terceira idade – e parques, selaram ainda mais o contato da orquestra com o público.
Assistir a um concerto desta orquestra aos sábados tornou-se um disputado evento regular na cidade.
Cada vez mais a OSSA é convidada para grandes eventos da música de concerto, como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão onde já tocou para mais de 15 mil pessoas, por duas vezes esteve como principal atração musical na noite de entrega do Prêmio Carlos Gomes.
Parcerias com a OSESP e seus programas de formação de público nos levaram a tocar para 8 mil crianças e jovens. A participação na temporada de concertos da sala São Paulo aumenta ainda mais a visibilidade e o reconhecimento desta orquestra, hoje considerada como uma das melhores orquestras brasileiras.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Salles: Orquestra Sinfônica de Santo André se apresenta dia 22 de fevereiro
Convido todos que aprecia a boa música erudita, a assistir a apresentação da Orquestra Sinfônica de Santo André com a regência do Maestro Carlos Moreno. Como secretário de cultura de Santo André, tenho o prazer de ter esta maravilhosa orquestra se apresentando todos os últimos finais de semana de cada mês. Neste concerto será homenageado o Rotary Club Santo André Bela Vista que completa 12 anos e já doou mais de 600 cadeiras de rodas, através da sua ação social.
O Rotary International é a associação de Rotary Clubs do Mundo Inteiro. O Rotary é uma organização de líderes de negócios e profissionais, que prestam serviços humanitários, fomentam um elevado padrão de ética em todas as profissões, através da Prova Quádrupla e ajudam a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo.
Rotary Club é definido como um clube de serviços à comunidade local e mundial sem fins lucrativos, filantrópico e social.
Os rotarianos são sócios de seus respectivos Rotary Clubs, os quais, por sua vez, são membros do Rotary International.
O objetivo do Rotary é estimular e fomentar o Ideal de Servir como base de todo empreendimento digno, bem como a ajuda ao próximo, promovendo e apoiando:
1) O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidade de servir;
2) O reconhecimento do mérito de toda a ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional;
3) A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na sua vida pública e privada;
4) A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.
Sua missão é: ajudar os rotarianos e os Rotary Clubs a alcançar o Objetivo do Rotary e, neste estágio atual de desenvolvimento da organização, apoiar as atividades de indivíduos e grupos prestadores de serviços que melhorem a qualidade de vida, mantenham a dignidade humana e promovam a compreensão e paz mundial.
Seu lema principal é: Dar de si antes de pensar em si.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Salles: Salles, Pedro Mariano e Luiza Possi
Santo André presenciou um dos momentos mais lindos da musica popular brasileira, um encontro histórico entre estes dois grandes artistas. Fiquei honrado de ter proporcionado este show que foi acompanhado pela nossa querida Orquestra Sinfônica, sobre a regência do nosso queridíssimo maestro Carlos Moreno. Muita emoção.
Luiza Possi acostumada aos palcos desde o ventre teve dois grandes batismos na carreira artística. O primeiro, ainda recém-nascida, é da época em que frequentava os estúdios no colo de sua mãe Zizi Possi. Seu choro ficou registrado numa das gravações de ‘Luiza’, clássico de Tom Jobim, realizado há quase duas décadas. O segundo foi no Canecão, no Rio, em 2002, ano decisivo em sua carreira, pois vários fatos a destacaram no cenário da música brasileira.
Pedro Mariano, filho da cantora Elis Regina e do músico e maestro Cesar Camargo Mariano, a música sempre esteve presente em sua vida. Pedro pôde acompanhar de perto os passos dos mais importantes artistas da cena musical brasileira. Em 1995, aos 20 anos, ele produziu juntamente com o irmão João Marcello, uma homenagem à mãe, cantando músicas marcantes do repertório de Elis. O Tributo fez tanto sucesso que virou um especial de TV. Daí em diante Pedro não parou mais.
Salles: Guilherme Arantes surpreendeu os andreenses quanto da sua apresentação em Santo André
A Secretaria de Cultura de Santo André na programação cultural da cidade e no programa Orquestra Sinfônica Convida, trouxe um dos maiores nomes da musica popular brasileira, Guilherme Arantes. Acompanhado da Orquestra Sinfônica, tendo como maestro Carlos Moreno, o cantor e musico interpretou as suas principais canções.
Guilherme Arantes, nascido na cidade de São Paulo. Começou sua carreira como tecladista e vocalista da banda Moto Perpétuo, grupo de rock progressivo dos anos 70. Em 1976, “um anjo mau, desses que vive nas telas de TV, disse: Vai, Guilherme! ser sucesso na vida. E ele foi. Foi nessa altura da vida, que uma de suas composições estourou e foi utilizada na trilha sonora da telenovela Anjo Mau. E quem não se recorda da famosa frase musical “quando eu fui ferido, vi tudo mudar”.
Salles recebe Wanderléa em show com orquestra
Um dos momentos marcantes na agenda cultural de Santo André, foi o show da cantora Wanderléa e a Orquestra Sinfônica de Santo André. Ela surpreendeu a todos com seu carinho pelo público, fiquei honrado em ter promovido o encontro entre a nossa orquestra e essa grande cantora, que nasceu em Governador Valadares (MG) e aos 9 anos mudou-se para o Rio de Janeiro com a família, para se tornar a mais importante cantora da Jovem Guarda. Já aos 10 anos ganhava concursos em rádios e lançou em 1962 o primeiro compacto. No ano seguinte sai o primeiro LP, “Wanderléa”, pela CBS. Na gravadora conhece Roberto e Erasmo Carlos, com quem passa a apresentar em 1965 o programa Jovem Guarda pela TV Record de São Paulo. Transmitido nas tarde de domingo, o programa teve uma das maiores audiências da época e lançou diversos artistas. Wanderléa e Celly Campelo foram as primeiras estrelas do rock brasileiro. Participou de filmes ao lado de Roberto Carlos e, depois de terminada a Jovem Guarda, continuou a carreira como cantora pop. Atualmente se apresenta cantando seus maiores sucessos, como “Pare o Casamento” (versão de Luís Keller), “Ternura” (Rossini Pinto) e “Prova de Fogo” (Erasmo Carlos).
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