Páginas

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Osmar Santos participa do evento na Secretaria de Cultura, e é recebido pelo secretário de cultura Raimundo Salles


Nesta segunda-feira dia 31, Osmar Santos participou da mesa de debates sobre o golpe militar de 1964, estiveram presentes também no debate o teatrólogo José Celso Martinez, o escritor Fernando Morais, entre outros. O evento aconteceu no Teatro Municipal de Santo André que contou com a presença de mais de 700 pessoas. Na ocasião, Osmar Santos foi homenageado pela sua importante participação nos comícios de campanha política de 1984 pelas “Diretas Já!”.
Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar Santos, também conhecido como "O Pai da Matéria", trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado como um dos diretores da equipe mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994 e que afetou sua fala, que era seu dom. Hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo em pinturas sobre telas. Narrou a Copa do Mundo de 1986 pela Rede Globo e a Copa do Mundo de 1990 pela Rede Manchete.
Foi um dos melhores narradores de futebol do rádio brasileiro.
Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984 pelas “Diretas Já!”. Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.
Sempre muito criativo, inovou também quando passou a narrar partidas pela TV Record. Em alguns momentos a câmera o mostrava na cabine e ele falava diretamente com o telespectador. Também criou bordões que foram tão bem aceitos pelo público, que ecoavam pelos estádios, como o famoso "Parou por quê, por que parou?". Entre suas expressões inesquecíveis, estão: Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha, "Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda", "Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho", "Rosemiro, o namoradinho da Rachel Welch", "No carocinho do abacate" "ai garotinho", "vai garotinho porque o placar não é seu", em situações de marcação de impedimento soltava "ele estava curtindo amor em terra estranha" e uma das narrações de gol mais marcante do rádio brasileiro, "Tiro-lirolá Tiro-lirolí" "E que GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL". Também foi Osmar Santos quem criou a expressão "Animal", que melhor representou o jogador [[Edmundo]], terminando pelo próprio craque aceitar a expressão por se tornar a sua marca registrada.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Secretário de Cultura de Santo André Raimundo Salles abre debate sobre 50 anos do golpe de 1964




O Teatro Municipal de Santo André recebeu nesta segunda-feira(31), ilustres convidados para debater o golpe de 1964. O secretário de Cultura Raimundo Salles recebeu o escritor Fernando Morais e o teatrólogo José Celso Martinez que debateram o período da ditadura militar. A mediação ficou por conta do jornalista Ademir Medici. O evento contou com a presença de mais de 700 pessoas no Teatro Municipal de Santo André e teve a participação, como debatedores, diversas personalidades que vivenciaram esse período de repressão. Entre os debatedores encontravam-se os Padres Maon e Rubens, o ex-deputado Djalma Bom, o professor Alexandre Takara, o secretário de Finanças Granado, o pró-reitor da Universidade Federal do ABC Prof. Dr. Daniel Pansarelli, e o ex-preso político Olivier Negri.

Os convidados têm historias que foram relatadas no evento, José Celso Martines Corrêa é uma das figuras mais importantes ligadas ao teatro brasileiro. Destacou-se como um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil. Seu trabalho, encarado às vezes como orgiástico e antropofágico, iniciou-se no fim da década de 1950, e se definiu na década de 1960 quando Zé Celso liderou a importante Teatro Oficina − grupo amador formado quando integrava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo − onde apresentava sua inquietude e irreverência, realizando trabalhos de caráter inovador. Nessa época, destacam-se as encenações de Pequenos Burgueses (1963) − peça que enfoca a Rússia às vésperas de sua Revolução e evidencia numerosos pontos de contato com a realidade nacional anterior ao golpe militar de 1964 −, O Rei da Vela (1967), de Oswald de Andrade − espetáculo-manifesto tornado emblema do movimento tropicalista − e Na Selva das Cidades (1969), obra de Bertolt Brecht que trata da profunda crise que atravessava o país e a equipe artística. Pequenos Burgueses, embora suspenso em abril de 1964 por autoridades militares que acabavam de tomar o poder, rendeu a José Celso todos os prêmios de melhor direção do ano e as críticas colocaram a produção como a mais perfeita encenação stanislavskiana do teatro brasileiro; a apresentação retornou aos palcos no mês seguinte. Interessado em eventos culturais, artísticos e políticos, Zé Celso atualmente (aos 76 anos) se intercala entre o cinema e o teatro, dirige e atua em inúmeras peças teatrais, ainda comandando o Teatro Oficina, mesmo depois de cinquenta anos.

Fernando Morais Começou no jornalismo aos quinze anos. Em 1961, trabalhava como office boy na pequena revista de um banco em Belo Horizonte, quando teve que cobrir a ausência do único jornalista da publicação numa entrevista coletiva. Mudou-se para São Paulo aos dezoito anos e trabalhou nas redações de Veja , Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril. Na área política, foi deputado estadual durante oito anos e Secretário de Cultura (1988-1991) e de Educação (1991-1993) do Estado de São Paulo, nos governos Orestes Quércia e Luiz Antônio Fleury Filho. Seu primeiro sucesso editorial foi A Ilha (Livro), relato de uma viagem a Cuba. A partir daí, abandonou a rotina das redações para se dedicar à literatura. Pesquisador dedicado e exímio no tratamento de textos publicou biografias e reportagens que venderam mais de dois milhões de exemplares no Brasil e em outros países, tornando-se um dos escritores brasileiros mais lidos de todos os tempos.

Inauguração do Memorial da Resistência à Ditadura no ABC Paulista



No dia em que lembramos uma triste passagem na história de nosso país, os 50 anos do início da ditadura, a Prefeitura de Santo André inaugurou nesta segunda-feira (31) pela manhã o ‘Memorial da Resistência à Ditadura Civil Militar no ABC Paulista’, no Museu Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. Importante lembrar esta data não com sentimento de vingança, mas conscientes de que naquela época foram cometidas atrocidades que não podem ser retidas. Hoje a vida está muito melhor, pois temos liberdade. Além disso, temos de agradecer aqueles que lutaram – e até perderam a vida – para chegarmos à democracia em nosso país. E temos de aperfeiçoá-la cada vez mais.

domingo, 30 de março de 2014

Raimundo Salles, secretário de Cultura de Santo André apresenta novo maestro da Orquestra Sinfônica de Santo André





Em uma noite de gala, o Teatro municipal de Santo André recebeu a Orquestra Sinfônica de Santo André para uma apresentação belíssima que contou com a seguinte programação:

D. Shostakovich
Abertura Festiva, op. 96 em lá maior
Camargo Guarnieri
Brasiliana
- Entrada
- Moda
- Dança
Carlos Gomes
Abertura da ópera Fosca
INTERVALO
G. Verdi
“Va Pensiero” da ópera Nabuco
Claudio Santoro
Sinfonia nº 4 “Sinfonia da Paz”
- Allegro
- Lento
- Allegro moderato e deciso

Na oportunidade o secretário de Cultura de Santo André, apresentou o novo maestro da orquestra, Abel Rocha. O novo maestro que foi diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo substitui o maestro Carlos Moreno. O evento lotou o Teatro Municipal de Santo André, todos os presentes queriam prestigiar o novo maestro e a qualidade musical inquestionável da nossa orquestra.

A Orquestra Sinfônica de Santo André por iniciativa da Prefeitura, em 1987 foi formada a Orquestra Sinfônica de Santo André. Para tal foi realizado um concurso que reuniu oito dos mais destacados regentes brasileiros. Flavio Florence foi o vencedor, e seu projeto foi implantado. Entretanto é antiga a tradição musical em Santo André. Ainda na década de 50 surgiu a primeira orquestra sinfônica, no momento um grupo semiprofissional liderado pelo maestro russo Leonid Urbenin. Com sua morte, a orquestra se desfez. 
Já nos anos 70 uma nova tentativa deu a Santo André uma orquestra profissional, regida por Tibor Reisner, que teve a vida igualmente efêmera.  A presente formação da orquestra, mantida pela Prefeitura de Santo André por meio da Secretaria de Cultura, se apresenta em grandes palcos como no Teatro Municipal de Santo André, Sala São Paulo, Theatro Municipal de São Paulo, Thaetro São Pedro e também em áreas altenativas como parques e praças públicas. 

O maestro Abel Rocha é um especialista em ópera, mas sua posição de destaque no cenário brasileiro se deve a uma atuação versátil e diversificada, no repertório sinfônico e também na direção musical de espetáculos cênicos, como balés, peças de teatro, e de diversos shows e musicais.
Foi o responsável pela regência e direção musical de óperas do barroco de Monteverdi à modernidade de Schönberg e Debussy, passando por Handel, Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Bizet e Puccini, entre outros, tendo realizado ainda a estreia mundial de títulos brasileiros como Anjo Negro, de João Guilherme Ripper, e A tempestade de Ronaldo Miranda.

Entre 2004 e 2009, teve atuação marcante como diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, onde empreendeu um profundo trabalho de reestruturação artística e administrativa.
Nas temporadas de 2011 e 2012, foi Diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal, tendo recebido diversos prêmios da crítica especializada pela programação lírica da casa.

Em sua atividade como regente orquestral, vem conduzindo programas sinfônicos com orquestras como a Sinfônica Brasileira (OSB), Sinfônica de Porto Alegre, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), entre outras. Paralelamente, de 1983 a 2010 dirigiu o coral CollegiumMusicum de São Paulo.

Além da carreira artística, Abel Rocha tendo sido professor e regente em diversos festivais de música e atualmente é professor de regência da Unesp.


Formado pela Unesp, realizou especialização em regência de ópera na Robert-Schumann Musikhochschule de Düsseldorf, Alemanha, e obteve o doutorado pela Unicamp. Durante os anos de formação foi orientado por Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Raimundo Salles recebe Denise Fraga no Teatro Municipal de Santo André


O secretário de Cultura Raimundo Salles recebeu as atrizes Denise Fraga e Claudia Mello na estreia da peça “Chorinho” que ficará em cartaz no Teatro Municipal de Santo André até domingo dia 23, com sessões às 20h no sábado e às 18h no domingo. A peça “Chorinho” é uma peça que trata da vida urbana, em que a narrativa do espetáculo traz duas mulheres completamente díspares, mas que ambas sofrem de um mesmo sentimento que é a solidão. Cláudia faz o papel de uma solteirona aposentada que cuida todos os dias das plantas de uma praça como forma de preencher o vazio dos dias e é no local que ela conhece a personagem de Denise, que faz uma moradora de rua.
Com poesia e humor, a peça traz em sete momentos a construção inusitada de uma amizade, em que as personagens passam a compartilhar seus pensamentos, medos e solidão. “Chorinho” marca o reencontro nos palcos das atrizes com Fauzi Arap, autor e diretor do espetáculo, que já dirigiu Denise e Cláudia em outras fases da carreira.
Denise Rodrigues Fraga possui formação teatral e mais de vinte anos nos palcos, seis deles na pele da empregada doméstica "Olímpia", da peça Trair e Coçar é Só Começar, seu maior sucesso no teatro. Estreou na tevê em 1987 na novela Bambolê da TV Globo, mas alcançou o estrelato interpretando a personagem Ritinha da novela Barriga de Aluguel. Durante cinco anos, a atriz participou do quadro Retrato Falado, no programa Fantástico da TV Globo, onde retratava pessoas comuns em situações inusitadas, e também do quadro Copas de Mel. Em 2007, estrelou a série do programa Fantástico, Te Quiero América e em 2009, Norma, para o mesmo programa.
 Seu maior sucesso no cinema até agora foi o filme Por Trás do Pano, de 1999, onde aconteceu a estreia de seu marido, Luiz Villaça como diretor em longas-metragens. O filme deu à Denise os prêmios de melhor atriz no Festival de Gramado, Festival de Havana e no Grande Prêmio Cinema Brasil.

Denise cultiva uma relação de amor com a cidade de São Paulo, onde mora há quase 20 anos.

domingo, 16 de março de 2014

Raimundo Salles recebe Regina Duarte no Teatro Municipal de Santo André



O secretário municipal de Cultura recebeu a atriz Regina Duarte no Teatro Municipal de Santo André. A atriz apresentou o espetáculo Bem-vindo, estranho, com Mariana Moreira e Kiko Bertholini, de Angela Clerkin com direção de Murilo Pasta.
Com patrocínio da Vivo, “Bem-vindo, Estranho” é a primeira montagem teatral mundial, baseada na peça originalmente intitulada Be Mine, de autoria da dramaturga britânica Angela Clerkin, conta com a direção de Murilo Pasta, diretor de cinema e TV, em sua primeira incursão no teatro.
O espetáculo, situado em Londres, retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora, interpretadas por Regina Duarte e Mariana Loureiro.
A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada.
O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph (Kiko Bertholini), acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe.
Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade.
Em paralelo, ficam claros os jogos intrínsecos às relações humanas. Até que ponto receber um estranho em casa pode abalar uma relação de confiança?

Com cenário de J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Secretário de cultura Raimundo Salles abre exposição “Território Aberto – O lugar onde habito, minhas fronteiras”





A Secretaria de Cultura de Santo André apresenta a exposição Território Aberto, o lugar onde habito, minhas fronteiras. A abertura neste dia 11 de março às 19h30min, no Salão de Exposições do Paço Municipal, contou com a presença do secretário de cultura de Santo André Raimundo Taraskevicius Salles e diversos artistas. A mostra conta com 25 expositores e vai até o dia 12 abril.

Território Aberto é uma incrível exposição que propõe discutir o tema “o lugar onde habito” e, ao mesmo tempo, permite aprofundar a compreensão do significado da palavra “fronteira” no “lugar da arte atual” através do olhar de um grupo de artistas contemporâneos. Este grupo traz consigo a renúncia de um lugar geográfico, regional e local, não se limitando a isso, mas, sendo “de lugar nenhum”, somente assim é possível alcançar um território livre, um lugar de pensamento livre, de mente aberta. A exposição contou com a coordenação do artista-curador e arte-educador Waldo Bravo.