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sábado, 31 de maio de 2014

Secretário de Cultura, Raimundo Salles, homenageia os integrantes mais antigos da Orquestra Sinfônica de Santo André

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Em um show histórico, a Orquestra Sinfônica de Santo André apresentou musicas de sucesso no cinema. O programa contou com as seguintes apresentações: Abertura da ópera Guilherme Tell / G. Rossini; Abertura da ópera Tannhäuser / R. Wagner; Três peças para “A Lista de Schindler”: Tema de “A Lista de Schindler”, Cidade Judaica, Lembranças / John Williams; Violino solo, Betina Stegmann; O Aprendiz de Feiticeiro / P. Dukas; Raiders March de “Os Caçadores da Arca Perdida” e Suíte Star Wars com a Marcha Imperial (Tema de Darth Vader), e o Tema Principal / John Williams.

Show de Moacyr Franco emociona público presente no Teatro Municipal de Santo André

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Com público animado e sucesso absoluto e cantando as musicas do artista Moacyr Franco, o Teatro Municipal de Santo André, recebeu nesta noite um público recorde. Com ingressos esgotados, a secretaria acomodou como pode o público presente. Como todos sabem, o nosso teatro é pequeno e vez por outras pessoas que vão aos shows, com convite, levam acompanhantes sem convites. Ficando os funcionários na impossibilidade de proibir a entrada destas pessoas para evitar mais transtornos. No mais, o evento foi um sucesso com muita alegria expressa nos rostos dos presentes. O secretário Raimundo Salles declarou que “foi um dos espetáculos mais lindos que o Teatro Municipal de Santo André recebeu. Infelizmente o volume de pessoas que frequentam o teatro é bem superior a capacidade do mesmo. Santo André precisa urgentemente de um espaço publico que comporte mais pessoas”.

O artista Moacyr Franco é uma das maiores figuras do cenário artístico nacional.

Secretário de Cultura, Raimundo Salles, participa da reunião da Fundação Nemirovsky (Estação Pinacoteca)

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O secretário de Cultura de Santo André, secretário geral do conselho da Fundação Nemirovsky (Estação Pinacoteca), participou nesta terça-feira em reunião do conselho de administração da fundação. A Fundação Nemirovsky possui um dos maiores acervos de artes do Brasil e fica instalada na Estação Pinacoteca. O Presidente da Fundação Nemirovsky, Henrique Meirelles presidiu a reunião, que foi secretariada por Raimundo Salles. Também participaram da reunião do conselho, o vice-presidente do conselho e ex-governador, Alberto Goldman, o curador da Pinacoteca do Estado, Ivo Mesquita e o presidente executivo da fundação, Fernando Barrueco.

A Fundação Nemirovsky nasce da coleção de arte reunida pelo casal José e Paulina Nemirovsky, ambos descendentes de famílias provenientes do Leste europeu. José nasce em Buenos Aires e cresce no Rio de Janeiro, formando-se em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Praia Vermelha. Em 1941, em visita a São Paulo, conhece Paulina Pistrak. Casam-se em 1943. O casal fixa residência na capital paulista, morando, a partir de 1975, na casa projetada pelo amigo e arquiteto Jorge Zalszupin. Situada à rua Guadelupe, no aprazível bairro do Jardim América, a casa é sinônimo de arte e bem viver. Por mais de trinta anos, essa arquitetura incomum, feita de paredes curvas em alvenaria e tetos moldados em concreto aparente, acolhe o melhor do modernismo brasileiro, pondo pinturas como as de Tarsila e Volpi ao lado de imagens de arte sacra, o Bicho, de Lygia Clark, junto a peças de artesanato popular, e vasos de Gallé e Lalique misturados a recordações de viagens e fotos de família.

A coleção começa com um equívoco. Em 1958, Dr. Nemirovsky adquire o busto de um profeta esculpido em madeira pensando ser de Aleijadinho. Mais tarde, prova-se que a peça era procedente da Europa, e não feita em Minas Gerais, como parecia à primeira vista. Essa decepção inicial não desestimula o futuro colecionador. Ao contrário, o convence a se familiarizar cada vez mais com o universo da arte. Passa, então, a fazer cursos sobre história da arte e a frequentar ateliês de artistas e rodas de críticos e colecionadores. Mais que tudo, o médico e empresário exercita o olhar no convívio com as obras de arte. Sensível e bem informado, ele sabe o que comprar. Logo a alta qualidade das obras do modernismo brasileiro passa a interessar aos críticos e curadores que visitavam a casa da rua Guadelupe. Não tardam os pedidos de empréstimos de quadros para importantes exposições no Brasil e no exterior. É assim que a coleção passa a ser conhecida por um público mais amplo.

Em 1987, sabendo-se gravemente doente, o Dr. José destaca 187 obras do acervo familiar para constituir o patrimônio inicial da Fundação que levará seu nome e o de sua esposa. Em 3 de julho do mesmo ano, lavra-se a Escritura Pública de Instituição da Fundação José e Paulina Nemirovsky, no 4º Tabelião de Notas, na cidade de São Paulo. Movidos pelo desejo de “assegurar a preservação de um patrimônio artístico constituído por telas e objetos de arte, que serão abertos ao público e constituir-se-ão em verdadeiro museu após o falecimento de seus fundadores”, os instituidores legam à sociedade a nata de sua coleção.

Com o falecimento do Dr. José Nemirovsky, em 5 de julho de 1987, cabe a D. Paulina zelar pelas obras. Em julho 2004, ela assina com a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo um comodato que permite a instalação da sede da Fundação Nemirovsky no 2º andar do edifício da Estação Pinacoteca, no bairro da Luz, centro velho da cidade de São Paulo. Em 2005, com o falecimento de D. Paulina, as obras que constituem o patrimônio da Fundação deixam a rua Guadelupe e vão para a Estação Pinacoteca. Em maio de 2006, a exposição Acervo da Fundação Nemirovsky: o Olhar do Colecionador celebra a passagem da coleção para o domínio público. O espaço físico da fundação compreende uma área de aproximadamente 700 m2 para a exposição de seu acervo e mais biblioteca, escritórios e reserva técnica.

Exposição dos 75 anos do Batmam

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Neste último final de semana dias 24 e 25 de maio, aconteceu no Saguão do Teatro Municipal, o evento em comemoração aos 75 anos do personagem das histórias em quadrinho, Batman. O evento contou com a presença de “cosplayers” de personagens. Na ocasião esteve presente o secretário de Cultura, Raimundo Salles, para receber esses personagens que alegraram a tarde do fim de semana. Várias pessoas passaram pelo local, onde puderem conferir um pouco da história do Batman, com exposição de quadrinhos e apresentação de vídeos sobre o herói.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Secretário de Cultura recebeu a filósofa Marcia Tiburi em Santo André




Nesta segunda-feira, o secretário de Cultura, Raimundo Salles, recebeu a filósofa Marcia Tiburi no Auditório Heleny Guariba. O evento contou com a presença de 200 pessoas entre escritores, alunos e professores.


Marcia Tiburi é graduada em filosofia (PUC-RS) e artes (UFRGS) e mestre (PUC-RS, 1994) e doutora em filosofia (UFRGS, 1999). Publicou diversos livros de filosofia, entre elas as antologias As Mulheres e a Filosofia (Editora Unisinos, 2002),  O Corpo Torturado (Ed. Escritos, 2004), e Mulheres, Filosofia ou Coisas do Gênero (2008, Edunisc), Seis Leituras sobre a Dialética do Esclarecimento (2009, UNIJUí). 
Publicou também os ensaios: Crítica da Razão e Mímesis no pensamento de Theodor Adorno (EDIPUCRS, 1995),Uma outra história da razão (Ed. Unisinos, 2003), Diálogo sobre o Corpo (Escritos, 2004), Filosofia Cinza - a melancolia e o corpo nas dobras da escrita (Escritos, 2004) e Metamorfoses do Conceito (ed. UFRGS, 2005).  
Em 2008 publicou Filosofia em Comum - para ler junto(Record). Publicou em 2009 em parceria com Denise Mattar o livro Maria Tomaselli, sobre a artista homônima. 
Em 2010 publicou o infantil Filosofia Brincante (Record) e Diálogo/Desenho (ed. SENAC). Publicou em 2011 - Olho de Vidro, a televisão e o estado de exceção da imagem (Record). 
Publicou os romances Magnólia em 2005 indicado em 2006 ao Jabuti de melhor romance e o segundo volume da série Trilogia Íntima chamado A Mulher de Costas em 2006 (ambos pela Ed. Bertrand Brasil). Em 2009 finalizou com o romance O Manto (pela Ed. Record), a série intitulada Trilogia Íntima. 
Em 2012 publica o romance Era Meu esse Rosto pela Editora Record. Ainda no prelo encontram-se os livros Diálogo/Dança e Diálogo/Fotografia pela editora do SENAC-SP.
Como escritora, já participou de diversos eventos literários, entre eles a Jornada Literária de Passo Fundo, a Fliporto, o Festival da Mantiqueira, a Tarrafa Literária de Santos, as Bienais do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais, as feiras de Ribeirão Preto, de Porto Alegre, de Santa Maria, a Panamazônica de Belém, e diversas outras. 
Escreveu para várias revistas e jornais e desde 2008 é colunista da Revista Cult.
É professora do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Mackenzie, professora convidada da Fundação Dom Cabral. Realiza palestras sobre filosofia, ética e educação e temas relacionados.

domingo, 25 de maio de 2014

Secretário de Cultura, Raimundo Salles recebeu os atores da peça “Divórcio!”

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Na noite de sábado(24), o secretário de Cultura, Raimundo Salles, recebeu os atores José Rubens Chachá, Suzy Rêgo, Nathália Rodrigues e Pedro Henrique Moutinho, elenco da peça “Divórcio!”.

Nesta comédia, um ex-casal de advogados se reencontra numa ação de divórcio, em que um jogador de futebol e uma modelo se degladiam alegando os mesmos motivos.

“Divórcio!” é uma comédia que mergulha no universo dos grandes casamentos e separações que movimentam não só milhões de reais, como também a mídia e o público, ávido por informações sensacionalistas.

Cecília Freitas (Suzy Rego) e Jurandir da Silva Santos (José Rubens Chachá) são um ex-casal de advogados, que se divorciaram há alguns anos e que nunca mais se viram. O hilário reencontro entre eles se dá por motivos profissionais, numa ação de divórcio de outro casal, a candidata a celebridade Brunna Praddo (Nathália Rodrigues) e o jogador de futebol Cacau Bello (Pedro Henrique Moutinho). Cecília representa o jogador, enquanto Jurandir representa a modelo. No entanto, as queixas de seus clientes são exatamente as mesmas que faziam um do outro. Agora, Cecilia se vê obrigada a defender seu cliente com os mesmos argumentos que seu ex-marido, assim como Jurandir defende sua cliente com os mesmos argumentos litigiosos de sua ex-mulher.

“Eles estão sempre em momentos de vida diferentes, o que torna a relação entre eles extremamente divertida”, diz o autor, que aposta numa estrutura narrativa quase cinematográfica para traçar um divertido painel das novas relações que surgiram na primeira década deste século como também do universo das celebridades e dos casamentos instantâneos.

“O texto do Franz Keppler é delicioso, e moderniza a estrutura narrativa já conhecida da comédia de costumes”, diz o diretor Otávio Martins. “Para isso, escolhemos um elenco afinadíssimo, que conta com dois grandes atores da comédia brasileira pela primeira vez juntos, Suzy Rego e José Rubens Chachá.”, afirma Martins. Para completar o time, foram escalados Nathalia Rodrigues e Pedro Henrique Moutinho. Nathália já havia trabalhado com o diretor na comédia “Vamos?”, de Mário Viana, em 2010. “Nathália é uma excelente atriz, cujo timing de comedia provoca gargalhadas nos ensaios. Pedro Henrique Moutinho é o caçula da turma, extremamente talentoso e engraçado”, afirma o diretor.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Teatro Municipal de Santo André recebe nesta segunda-feira a peça teatral intitulada “Treze”

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O secretário de Cultura, Raimundo Salles, recebeu nesta segunda-feira os atores Paulo Goulart Filho e Wagner Molina. A apresentação gratuita do núcleo de arte e cultura da Instituição de Ensino Superior UNIESP contou com a presença de 500 alunos universitários.
O espetáculo “Treze” conta a história de Paulo e seu motorista Pedro em uma tarde de domingo no sítio de Paulo. O chefe percebe a inquietação de seu funcionário que está acompanhando o resultado da loteria pelo rádio. A partir daí os dois começam a conversar sobre o bilhete premiado de Pedro.