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sábado, 31 de maio de 2014

Secretário de Cultura, Raimundo Salles, participa da reunião da Fundação Nemirovsky (Estação Pinacoteca)

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O secretário de Cultura de Santo André, secretário geral do conselho da Fundação Nemirovsky (Estação Pinacoteca), participou nesta terça-feira em reunião do conselho de administração da fundação. A Fundação Nemirovsky possui um dos maiores acervos de artes do Brasil e fica instalada na Estação Pinacoteca. O Presidente da Fundação Nemirovsky, Henrique Meirelles presidiu a reunião, que foi secretariada por Raimundo Salles. Também participaram da reunião do conselho, o vice-presidente do conselho e ex-governador, Alberto Goldman, o curador da Pinacoteca do Estado, Ivo Mesquita e o presidente executivo da fundação, Fernando Barrueco.

A Fundação Nemirovsky nasce da coleção de arte reunida pelo casal José e Paulina Nemirovsky, ambos descendentes de famílias provenientes do Leste europeu. José nasce em Buenos Aires e cresce no Rio de Janeiro, formando-se em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Praia Vermelha. Em 1941, em visita a São Paulo, conhece Paulina Pistrak. Casam-se em 1943. O casal fixa residência na capital paulista, morando, a partir de 1975, na casa projetada pelo amigo e arquiteto Jorge Zalszupin. Situada à rua Guadelupe, no aprazível bairro do Jardim América, a casa é sinônimo de arte e bem viver. Por mais de trinta anos, essa arquitetura incomum, feita de paredes curvas em alvenaria e tetos moldados em concreto aparente, acolhe o melhor do modernismo brasileiro, pondo pinturas como as de Tarsila e Volpi ao lado de imagens de arte sacra, o Bicho, de Lygia Clark, junto a peças de artesanato popular, e vasos de Gallé e Lalique misturados a recordações de viagens e fotos de família.

A coleção começa com um equívoco. Em 1958, Dr. Nemirovsky adquire o busto de um profeta esculpido em madeira pensando ser de Aleijadinho. Mais tarde, prova-se que a peça era procedente da Europa, e não feita em Minas Gerais, como parecia à primeira vista. Essa decepção inicial não desestimula o futuro colecionador. Ao contrário, o convence a se familiarizar cada vez mais com o universo da arte. Passa, então, a fazer cursos sobre história da arte e a frequentar ateliês de artistas e rodas de críticos e colecionadores. Mais que tudo, o médico e empresário exercita o olhar no convívio com as obras de arte. Sensível e bem informado, ele sabe o que comprar. Logo a alta qualidade das obras do modernismo brasileiro passa a interessar aos críticos e curadores que visitavam a casa da rua Guadelupe. Não tardam os pedidos de empréstimos de quadros para importantes exposições no Brasil e no exterior. É assim que a coleção passa a ser conhecida por um público mais amplo.

Em 1987, sabendo-se gravemente doente, o Dr. José destaca 187 obras do acervo familiar para constituir o patrimônio inicial da Fundação que levará seu nome e o de sua esposa. Em 3 de julho do mesmo ano, lavra-se a Escritura Pública de Instituição da Fundação José e Paulina Nemirovsky, no 4º Tabelião de Notas, na cidade de São Paulo. Movidos pelo desejo de “assegurar a preservação de um patrimônio artístico constituído por telas e objetos de arte, que serão abertos ao público e constituir-se-ão em verdadeiro museu após o falecimento de seus fundadores”, os instituidores legam à sociedade a nata de sua coleção.

Com o falecimento do Dr. José Nemirovsky, em 5 de julho de 1987, cabe a D. Paulina zelar pelas obras. Em julho 2004, ela assina com a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo um comodato que permite a instalação da sede da Fundação Nemirovsky no 2º andar do edifício da Estação Pinacoteca, no bairro da Luz, centro velho da cidade de São Paulo. Em 2005, com o falecimento de D. Paulina, as obras que constituem o patrimônio da Fundação deixam a rua Guadelupe e vão para a Estação Pinacoteca. Em maio de 2006, a exposição Acervo da Fundação Nemirovsky: o Olhar do Colecionador celebra a passagem da coleção para o domínio público. O espaço físico da fundação compreende uma área de aproximadamente 700 m2 para a exposição de seu acervo e mais biblioteca, escritórios e reserva técnica.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Salles: O critico de arte Enock Sacramento e o Secretário de Cultura Salles, visitam a exposição Arte no Brasil


O Secretário de Cultura Raimundo Taraskevicius Salles, acompanhado de um dos maiores críticos de arte do Brasil Enock Sacramento, visitaram as dependências da Estação Pinacoteca onde ocorre uma das maiores e importantes exposições de arte do modernismo no Brasil.

Este maravilhoso acervo é composto de obras da Fundação Nemirovsky entre as quais Antropofagia da artista Tarsila do Amaral de 1929. A Fundação José e Paulina Nemirovsky tem um dos maiores acervos de arte do Brasil, a sua sede é na Estação Pinacoteca de São Paulo e composta de sete conselheiros entre os quais o secretário de cultura Raimundo Taraskevicius Salles. O presidente da Fundação Nemirovsky é o ex-ministro Henrique Meirelles e o vice-presidente é o ex-governador Alberto Goldmam. É necessário falar um pouco sobre quem é Enock Sacramento.

Enock Sacramento é crítico de arte, membro da Associação Paulista de Críticos de Artes, Associaçao Brasileira de Críticos de Arte e da Association Internationale des Critiques d’Art, ONG reconhecida pela UNESCO e com sede em Paris. Foi eleito pela Associação Brasileira de Críticos de Arte como o Crítico do Ano (Prêmio Gonzaga Duque), tendo recebido o diploma e troféu respectivos em maio de 2004 no CCBB/SP.

Jornalista profissional registrado no Ministério do Trabalho sob nº 10.245, começou a atuar em fins da década de 50, em Belo Horizonte. Nos anos 70 trabalhou no jornal “O Estado de S. Paulo” como Chefe da Sucursal do ABC, com sede em Santo André, estendendo seus serviços ao “Jornal da Tarde” e “Rádio Eldorado”. Como crítico de arte, começou a atuar no Diário do Grande ABC, em 1963, colaborando com várias publicações entre as quais as revistas “Casa Vogue” e “Ventura”.

Com larga experiência no campo das artes visuais, Enock Sacramento participou da Comissão de Seleção e Premiação de 110 Salões de Arte, prefaciou mais de 200 catálogos de exposições, fez a curadoria de mais de 40 exposições, publicou cerca de 800 artigos na imprensa e é autor de 12 livros sobre arte brasileira, o último dos quais é “Sacilotto”, São Paulo, 2001.

Ocupou numerosos postos em instituições culturais entre os quais o de membro do Conselho de Desenvolvimento Cultural do Estado de São Paulo (1996-97) e da CAAPC-Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais da Prefeitura Municipal de São Paulo (1995-2001).

Curador das exposições itinerantes do CCBB/SP – Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo desde julho de 2007, tendo realizado de agosto a dezembro de 2007, 36 exposições em São Paulo.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Salles participa do conselho da Fundação Nemirovsky


Presidido pelo Ex-Ministro Henrique Meireles e tendo como Vice-Presidente o ex-governador Alberto Goldman e tendo como presidente-executivo Fernando Barrueco, o conselho da Fundação Nemirovsky, que possui um dos mais completos acervos de arte do Brasil e que está instalada na Estação Pinacoteca em São Paulo reuniu para definir estratégias para o ano 2014. Salles, Secretário de Cultura de Santo André e Membro do Conselho, participaram da reunião e elogiou a exposição de longa duração realizada pela Fundação Nemirovsky e a Pinacoteca do estado, Arte no Brasil – uma história do Modernismo na Pinacoteca de São Paulo.