quinta-feira, 26 de junho de 2014
Salles no barco Hotaluna
Barco Hotaluna, que faz a travessia do rio Sumida, Tóquio.
Tecnologia pura, design maravilhoso, conforto absoluto. Vale a pena ter vários destes no Brasil.
Salles visita o maior mercado de peixes do mundo, o Tsukiji
O Mercado de Tsukiji (筑地市场 Tsukiji Shijo) é o maior mercado de peixe do mundo e também um dos maiores mercados de todo o planeta. O mercado está localizado em Tsukiji, no centro de Tóquio. Nos últimos anos esse mercado se transformou em um verdadeiro pólo de atração para os turistas que chegam a Tóquio.
O Tsukiji conta com cerca de 900 pontos-de-venda de peixe e está rodeado por uma área de pequenas lojas, onde se vende uma grande variedade de produtos relacionados com a alimentação: hashi (palitinhos ou talheres japoneses), comidas e temperos típicos ou peixe cru. Nessa mesma área você também encontrará uma grande quantidade de restaurantes, sendo especialmente conhecidos os especializados em sushi.
Nesse mercado são vendidos mais de 400 tipos de produtos marinhos: pequenas sardinhas, algas, atum, caviar, entre muitos outros. O mercado abre às 5 da manhã, após a volta dos barcos pesqueiros à terra. As suas atividades começam com um leilão, por meio do qual são vendidas grandes quantidades de atum fresco.
Embora a entrada a esse leilão matinal seja reservada exclusivamente aos comerciantes, você pode passear livremente pelas outras dependências do mercado. Vale ressaltar que, entre às 5h30 e às 8h, o mercado recebe uma grande quantidade de visitantes e, por volta das 13h, fecha as suas portas para que a equipe de limpeza possa começar o seu trabalho diário.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
O Shinkansen (新幹線, Shinkansen, em Japonês) é a rede ferroviária de alta velocidade do Japão, operada pela companhia privada (Japan Railways Group) conhecida como JR.
Desde que a linha inicial Tōkaidō Shinkansen abriu em 1964, a rede expandiu-se para ligar a maior parte das cidades das ilhas de Honshu e Kyushu com velocidades até 300 km/h, num território habitualmente fustigado por terramotos e tufões. As velocidades máximas atingidas em viagens experimentais foram de 443 km/h em carris (trilhos) convencionais e de até 580 km/h em linhas maglev.
A palavra Shinkansen significa literalmente “Nova Linha Troncal” e por isso refere-se estritamente aos carris, enquanto que os comboios propriamente ditos são referidos oficialmente como “Super Expressos” (超特急 chō-tokkyū); no entanto, esta distinção é muito raramente feita, mesmo no próprio Japão.
Ao contrário de linhas mais antigas, o Shinkansen usa a bitola padrão, e usa túneis e viadutos para atravessar obstáculos em vez de contorná-los.
História
O Japão foi o primeiro país a dedicar linhas de carris de ferro para viagens a alta velocidade.
O nome “Shinkansen” foi formalmente usado pela primeira vez em (1940) para a proposta da “bitola padrão” da linha de passageiros e mercadorias entre Tóquio e Shimonoseki, usando locomotivas elétricas e a vapor com velocidade máxima de 200 km/h (o dobro da velocidade do comboio japonês mais rápido daquele tempo). Ao longo dos três anos seguintes, o Ministério dos Caminhos de Ferro ou Ferroviário (Brasil) esboçou planos mais ambiciosos para estender a linha até Pequim (através de um túnel até à Coreia) e até Singapura, e construir ligações à linha de caminho-de-ferro Trans-Siberiano e outras linhas asiáticas. Esses planos foram formalmente abandonados em 1943, à medida que a posição do Japão na Segunda Guerra Mundial começava a deteriorar-se. No entanto, algumas construções iniciaram-se na linha, tanto que muitos dos túneis do Shinkansen atual datam do tempo da guerra.
Após a derrota do Japão em 1945, os caminhos de ferro de alta velocidade foram esquecidos durante alguns anos. No entanto, por meados dos anos 1950, a linha principal de Tokaido estava a operar no pleno da sua capacidade, e o Ministério dos Caminhos de Ferro decidiu reabrir o Projecto Shinkansen. A aprovação governamental chegou em 1958, e a construção do primeiro segmento do Tōkaidō Shinkansen entre Tóquio e Osaka iniciou-se em 1959.
O Tokaido Shinkansen abriu em 1º de Abril de 1964, justo a tempo para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Foi sucesso imediato, chegando à marca dos 100 milhões de passageiros em menos de três anos a 13 de Julho de 1967 e ao bilionésimo passageiro em 1976. Foram introduzidos dezesseis novos comboios para a Expo’70 em Osaka. Os primeiros comboios Shikansen atingiam velocidades até os 210 km/h, mais tarde aumentados para os 220 km/h. Alguns desses comboios, com o seu aspecto clássico de nariz de bala, ainda estão em circulação. Uma locomotiva de um dos comboios originais está hoje exposta no museu britânico National Railway Museum de York.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Salles visita a Ilha de Miyajima e o O-Torii Gate
Itsukushima ou Miyajima (宮島, Miyajima – Ilha Santuário) no Japão é considerado um dos mais belos e famosos santuários do mundo, um lugar de paisagem natural extraordinária. Situado na província de Hiroshima , foi construído sobre a água em 593 D.C, porém teve sua existência confirmada a partir de 811 D.C.
Não dá para falar desse santuário xintoísta sem citar um dos símbolos que identificam a arquitetura oriental, o grande Torii e a beleza dos edifícios de oração (Haiden) e santuários flutuando nas águas.Olhar para esse lugar traz uma paz incrível!
O santuário de Itsukushima é patrimônio Mundial da Unesco, considerado um dos lugares mais belos do Japão, o Torii (Grande Portal) flutuante é uma das famosas paisagens de cartão postal e símbolo turístico do Japão.
O O-Torii (importante propriedade cultural) indica passagem para lugar sagrado, existe desde a Era Heian, mas na Era Meiji em 1874 a 1875 um novo foi construído, utilizando a madeira vermelha da províncias de Miyazaki.
O grande Portal é o maior portal de madeira do mundo possuindo 16 metros de altura e 24 metros de largura. Na maré baixa, alguns turistas caminham até o portal para admirá-lo de perto. E na maré alta o grande Portal guarda a entrada do santuário flutuando no mar.
Muitos pensam e se perguntam porquê construir um templo “flutuante” no mar? Uma das explicações seria pela crença budista que, ao morrer as almas atravessariam em barcos rumo ao Gokuraku (o paraíso, terra pura budista). Uma outra explicação, é o templo ser dedicado a deusas guardiãs do mar.
Com certeza um lugar de beleza inesquecível.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Salles visita a cidade de Hiroshima no Japão
Hiroshima (広島市, Hiroshima-shi) é a capital da província de Hiroshima, no Japão. É cortada pelo rio Ota (Ota-gawa), cujos seis canais dividem a cidade em ilhas. Cresceu em torno de um castelo feudal do século XVI. Recebeu o estatuto de cidade em 1589. Serviu de quartel-general durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa (1894-1895)
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Segundo Exército e o Exército Regional de Chugoku eram sediados em Hiroshima, enquanto o quartel general da Marinha localizava-se no porto de Ujina. A cidade também possuía grandes depósitos de suprimentos militares e era um centro chave para a navegação.
Em uma segunda-feira, 6 de agosto de 1945, às 8 horas e 15 minutos da manhã, a bomba atômica “Little Boy” foi lançada sobre Hiroshima por um bombardeiro americano, matando instantaneamente milhares de pessoas. Aproximadamente 69% das construções da cidade foram completamente destruídas e cerca de 7% foi severamente danificada.
Hiroshima foi reconstruída após a guerra com a ajuda do governo nacional através da Lei de Construção do Memorial da Paz de Hiroshima, em 1949.
O Saguão de Promoção Industrial da Província, a construção sobrevivente mais perto do local da detonação da bomba, foi designado como o Genbaku Dome (原爆ドーム) ou “Domo Atômico”, uma parte do Parque do Memorial da Paz de Hiroshima. O Museu Memorial da Paz de Hiroshima foi inaugurado em 1955, no Parque da Paz.
domingo, 22 de junho de 2014
Assistindo espetáculo em um dos teatros mais tradicionais e importantes do Japão
O venerado Teatro Kabukiza (歌舞伎座), em Ginza, Tóquio, é o mais importante do gênero no Japão e é casa para alguns dos melhores atores (sempre homens) da história, que quase sempre passam o ofício de geração para geração. Depois de uma extensa reforma para melhorar seus já antigos ambientes e reforçar sua estrutura contra terremotos, o novo Kabukiza pretende atrair novos públicos, jovens, estrangeiros e japoneses não adeptos.
O teatro kabuki, uma das formas mais tradicionais e plásticas da dramaturgia japonesa, polariza opiniões. O enredo do show do dia é explicado em folhetos, os personagens são difíceis de confundir, as paramentações são coloridas e belíssimas, o show arrebata a maioria nos primeiros minutos das peças, mas nem todos os espectadores estreantes conseguem segurar o ritmo. Não ajudará em nada se você não fala nada de japonês. Mesmo assim, os movimentos exagerados, os gritos da plateia e a música formam uma atmosfera ímpar. Na dúvida, vale a pena tentar.
Salles visita o Museu Nacional de Tóquio
O Museu Nacional de Tóquio (japonês: 東京国立博物館, Tōkyō Kokuritsu Hakubutsukan), o maior e mais antigo museu do Japão, foi fundado em 1872. Localiza-se no Parque Ueno, em Taito-ku, Tóquio.
Abriga mais de 110 mil objetos de valor arqueológico e artístico de várias eras da história japonesa e de outros países asiáticos, incluindo 87 pertencentes ao Tesouro Nacional Japonês e 610 classificados como propriedade cultural de importância.
O Museu Nacional de Tóquio é formado por um complexo de edifícios e jardins. Ali você poderá ver uma grande coleção de arte asiática e japonesa, incluindo pintura, caligrafia, artes decorativas, escultura e objetos arqueológicos.
Os edifícios que formam o Museu Nacional são o Honkan (Galeria de Arte Japonesa), onde você poderá ver uma coleção de escultura, cerâmica e arte em geral que abrange toda a história do Japão, o Toyokan, que alberga entre suas paredes a impressionante Galeria Asiática, com dez salas que lhe mostrarão o melhor da arte asiática, e o Heiseikan (Galeria de Arqueologia Japonesa), que alberga uma coleção de objetos que vai da Pré-história ao séc. XIX.
Por último, está o Hyokeikan, que é ao mesmo tempo um museu e um centro de educação. Além disso, o museu está cercado por belos jardins tipicamente japoneses, onde também estão instaladas várias casas de chá e a Galeria dos Tesouros Horyuji.
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