Páginas

domingo, 10 de agosto de 2014

Kremlin de Moscou

salles-kremlin kremlinkremlin2
O Kremlin de Moscou é uma fortaleza situada no centro da cidade e que serve de sede do governo da Rússia. Ocupa cerca de 30 hectares e contém vários monumentos no seu interior.
Em 1156, Yuri Dolgoruky, o fundador de Moscou, ordena a construção de uma paliçada no pinhal do monte Borovitsky. Para proteção adicional, foi construído um fosso à sua volta.
Nos anos que se seguiram foi sendo sucessivamente alargado e um segundo fosso foi construído.
Em 1339, são construídas paredes e as primeiras torres do Kremlin. Em 1367 Dmitry Donskoi reconstruiu o Kremlin em pedra calcária, o que deu a Moscou o nome de cidade branca. Este Kremlin era quase tão grande quanto o atual.
Durante o governo de Ivan III, em 1495, são construídos os muros e torres atuais e muitas das igrejas e palácios. Ivan III manda também construir uma praça em frente do Kremlin, hoje chamada Praça Vermelha, para evitar que os inimigos pudessem se aproximar da fortaleza sem serem vistos.
No interior do Kremlin situam-se vários palácios e igrejas.

Monumento em homenagem a Karl Marx

Salles-no-monumento-a-Kalr-Marx
Hoje de fui ao Monumento em homenagem ao filósofo, historiador, teórico político e jornalista Karl Heinrich Marx, fundador da doutrina comunista moderna.
Durante a vida de Marx, suas ideias receberam pouca atenção de outros estudiosos. Talvez o maior interesse tenha se verificado na Rússia, onde, em 1872, foi publicada a primeira tradução do Tomo I d'O Capital. Na Alemanha, a teoria de Marx foi ignorada durante bastante tempo, até que em 1879 um alemão estudioso da Economia Política, Adolph Wagner, comentou o trabalho de Marx ao longo de uma obra intitulada Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. A partir de então, os escritos de Marx começaram a atrair cada vez mais atenção.

Catedral de São Basílio

Salles-catedral-de-sao-basilio
Estive também na Catedral de São Basílio, uma catedral ortodoxa russa erguida na Praça Vermelha, entre 1555 e 1561. Construída sob a ordem de Ivã IV da Rússia, para comemorar a captura de Kazan e Astrakhan, marca o centro geométrico da cidade e o centro do seu crescimento, desde o século XIV. Foi o edifício mais alto de Moscou até a conclusão do Campanário de Ivã, o Grande, em 1600.
O edifício original, conhecido como "Igreja da Trindade" e depois de "Catedral da Trindade", continha oito igrejas laterais dispostas ao redor do edifício central; a décima igreja foi erguida em 1588 sobre o túmulo do santo conhecido como Vasily (Basílio). Nos séculos XVI e XVII a catedral, considerada o símbolo terreno da "Cidade Celestial", era popularmente conhecida como "Jerusalém" e serviu como uma alegoria ao Templo de Jerusalém no desfile de Domingo de Ramos com a presença do Patriarca de Moscou e do czar.
O projeto do edifício, em forma de chama de uma fogueira subindo ao céu, não tem análogos no domínio da arquitetura russa: "É como nenhum outro edifício russo. Nada semelhante pode ser encontrado no milênio inteiro da tradição bizantina, do século V ao XV, um estranhamento que surpreende pela sua imprevisibilidade, complexidade e beleza." A catedral antecipou o clímax da arquitetura nacional da Rússia no século XVII.
A catedral tem operado como uma divisão do Museu Histórico do Estado desde 1928. Foi completamente secularizada em 1929 e, em 2010, continuou a ser uma propriedade federal da Federação Russa. A catedral é parte do Kremlin e da Praça Vermelha, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1990.

Museu Histórico do Estado da Rússia

Salles-na-praca-vermelha
Hoje estive na Praça Vermelha que é uma famosa praça em Moscou, conhecida pelos desfiles militares soviéticos durante a era da União Soviética.  A praça separa a cidadela real, conhecida como Kremlin, do bairro histórico de Kitay-gorod.
O nome “Praça Vermelha” não está relacionado à cor dos tijolos ao seu redor, nem da associação da cor vermelha ao comunismo; na verdade, o nome surgiu porque a palavra russa (krasnaya) pode significar tanto "vermelho" como "bonito". A palavra foi empregada originalmente com o sentido de "bonito" à Catedral de São Basílio, e foi mais tarde transferida à praça adjacente.
Visitei o Museu Histórico do Estado da Rússia, um museu de história russo firmado entre a Praça Vermelha e a Praça Manege em Moscou. Sua gama de exposições vai desde relíquias pré-históricas das tribos que habitaram o território russo até obras de arte inestimáveis adquiridas por membros da dinastia Romanov. O número total da coleção de objetos do museu é na casa dos milhões.

Hotel Metropol Moscow

IMG-20140806-WA0009

IMG-20140806-WA0008

Estou hospedado no Hotel Metropol Moscow, um dos mais tradicionais da Rússia, fica em frente ao Teatro Bolshoi. É um hotel histórico no centro de Moscou, sua construção iniciou em 1899 e concluída 1907 em estilo Art Nouveau. O maior e mais notável hotel de Moscou foi construído antes da Revolução Russa de 1917, com a colaboração exclusiva dos arquitetos (William Walcot, Lev Kekushev, Vladimir Shukhov) e artistas (Mikhail Vrubel, Alexander Golovin, Nikolai Andreev).
Em 1918, o hotel foi nacionalizado pelo governo bolchevique e rebatizado como “Segunda Casa dos Soviéticos” e abrigava alojamentos e escritórios da crescente burocracia Soviética. Finalmente, em 1930 foi convertido para a sua função original “hotel” e passou por uma grande restauração entre 1986 a 1991, por empresas finlandesas, como parte do comércio bilateral soviético-finlandesa. Hoje, o Metropol tem 365 quartos, e cada um é diferente na forma ou decoração.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Raimundo Salles no Teatro Bolshoi em Moscou

IMG-20140805-WA0000
Estive hoje no Teatro Bolshoi, um importante ponto turístico moscovita e de toda a Rússia. O Teatro Bolshoi é um edifício histórico da cidade de Moscou. Foi desenhado pelo arquiteto Joseph Bové para abrigar espetáculos de ópera e balé. É sede da Academia Estatal de Coreografia de Moscou, também conhecida como Academia de Balé Bolshoi, Companhia de Balé Bolshoi ou simplesmente Balé Bolshoi, sendo uma das mais antigas e prestigiosas companhias de dança do mundo.
O prédio principal do teatro, reconstruído e renovado diversas vezes em sua história. Em 28 de outubro de 2011, o Bolshoi foi reaberto depois de uma extensa renovação de seis anos. A renovação incluiu a restauração da qualidade acústica original (que foi perdida depois de modificações levadas a cabo durante e época soviética), bem como a restauração da decoração que remonta à estética da Rússia Imperial.
O edifício do teatro foi inaugurado em 1825 no centro de Moscou, próximo ao Kremlin.

domingo, 3 de agosto de 2014

Raimundo Salles recebe Zé Geraldo no Teatro Municipal de Santo André





No último sábado (2), recebi no Teatro Municipal de Santo André o cantor e compositor Zé Geraldo, um importante nome no cenário musical brasileiro. O show foi maravilhoso, numa noite animada e com a casa cheia, todo o público participou cantando junto com Zé Geraldo, e todos se divertiram muito.


Nascido em Rodeiro, na Zona da Mata mineira, e criado em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, o cantor e compositor Zé Geraldo caiu na estrada cedo. Com 18 anos foi estudar e trabalhar em São Paulo, ainda com o sonho de se tornar jogador de futebol. Mas, um acidente automobilístico mudou o rumo de sua história e, com pouco mais de 20 anos, suas jogadas foram transformadas em versos e canções.
Por cerca de oito anos a vida do artista foi dividida entre os estudos, o trabalho e os palcos dos bailes da periferia paulistana nos finais de semana. ZeGê, como era conhecido nos anos 70, lançou três compactos e um LP pela gravadora Rozemblitt. Mas, o rótulo romântico de ZeGê não satisfazia sua alma de artista, desprovida de rótulos.

Entre 75 e 78 participou e foi premiado em inúmeros Festivais até gravar, em 1979, seu primeiro disco como Zé Geraldo, “Terceiro Mundo” (CBS). Ainda pela CBS lançou “Estradas” (80) e “Zé Geraldo” (81). Canções como “Cidadão”, “Como diria Dylan” e “Senhorita”, indispensáveis no repertório de seus shows, fazem parte desta primeira safra de gravações, assim como “Rio Doce”, com a qual Zé Geraldo participou do Festival MPB-Shell de 1980, e “Milho aos Pombos”, que tornou o artista conhecido em todo o Brasil no mesmo festival promovido pela Rede Globo, em 1981.

Duas de suas músicas foram temas de novelas da Rede Globo: “Semente de Tudo” (Livre para Voar) e “São Sebastião do Rodeiro” (Paraíso).

Com mais de 30 anos de carreira, Zé Geraldo tem 16 discos lançados, fora coletâneas e compactos. Com o Duofel lançou o CD “Acústico” (1996/Paradoxx) e com o amigo de muitos anos, Renato Teixeira, gravou “O Novo Amanhece” (2000/Kuarup). Seu 14º CD, “Tô Zerado”, foi relançado em 2004, pelo Sol do Meio Dia.

O primeiro DVD de Zé Geraldo, “Um Pé no Mato – Um Pé no Rock”, foi lançado em junho de 2006. Gravado ao vivo em 2005, no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo, também saiu em CD.

No ano de 2007, recebeu o título de cidadão de Governador Valadares e a música Rio doce foi oficializada o hino da ciadade, de acordo com decisão da Camara Municipal.

Zé Geraldo já se apresentou algumas vezes nos Estados Unidos e Canadá, onde foi bem recebido por brasileiros e latinos. No Brasil, seus versos são cantados em uníssono por um público fiel, que acompanha seus shows em Teatros, Feiras, Exposições e Ginásios. Como diria seu amigo, o cantor e compositor Guarabyra, “A sua voz ecoa nos rodeios e nas universidades fazendo sonhar, fazendo sorrir e dançar. Sem preconceito… É o inacreditável mundo de Zé Geraldo. Um brasileiro e tanto”.